O Fabrico de Instrumentos
Os primeiros instrumentos fabricados pelo Homo habilis eram seixos quebrados (talhados numa só face) com arestas cortantes. O Homo erectus fabricou bifaces, seixos talhados nas duas faces, com 12 a 15 cm de altura, reveladores de uma técnica de fabrico apurada.
Mais tarde, com lascas resultantes desta técnica, o Homo sapiens sapiens criou novos instrumentos: raspadores, lâminas, buris, pontas de lança, azagaias, flechas e dardos.
O material utilizado foi a pedra, sobretudo o sílex. Por isso, este período da História da Humanidade, em que os instrumentos fabricados são de pedra lascada , é designado por Paleolítico (paleos = antigo + lithos = pedra). Mas o osso e a madeira foram também materiais muito usados na produção de anzóis, arpões, agulhas e furadores, utilizados na caça, na pesca e na preparação das peles.

Os instrumentos produzidos pelo Homem do Paleolítico são vestígios da vida na época pré-histórica que nos permitem conhecer o modo de vida daquelas comunidades.
O Domínio do Fogo
O fogo foi uma das maiores conquistas da Humanidade. O Homo erectus aprendeu a produzi-lo e a mantê-lo: friccionando dois pedaços de madeira de dureza diferente e fazendo girar um sobre o outro – fogo por fricção; ou batendo com duas pedras uma na outra – fogo por choque.
O fogo permitiu ao Homo erectus afastar os animais selvagens, aquecer e iluminar o interior das cavernas, cozinhar alimentos, fabricar instrumentos e facilitar a comunicação em grupo.
“O domínio do fogo, foi, provavelmente, o primeiro paso na emancipação do Homem da servidão do ambiente”. G. Childe
Sabes justificar esta afirmação?
A economia recolectora
Para assegurarem a subsistência, os primeiros homens limitaram-se a utilizar os recursos naturais: da terra obtinham sementes, vegetais, raízes, mel, insectos e pequenos animais que pudessem apanhar à mão; dos rios e dos lagos tiravam os peixes.
Mas sucessivas alterações climáticas provocaram, muitas vezes, a escassez destes alimentos, levando os homens a deslocarem-se de região para região, na perseguição de animais de grande porte, próprios de climas frios (mamute, bisonte, rena e cavalo). As técnicas de caça eram variadas: cerco dos animais, batidas, armadilhas. Eram, por isso, nómadas e este tipo de economia denomina-se economia recolectora.
Há ainda povos cuja economia se assemelha muito aos povos recolectores do Paleolítico.
Pré-História
A Pré-História corresponde ao período da história que antecede a invenção da escrita (evento que marca o começo da História), que ocorreu aproximadamente em 4000 a.C..
Para facilitar o estudo deste período, dividiu-se a pré-história em três grandes momentos: Paleolítico (Idade da pedra lascada), Neolítico (Idade da Pedra Polida) e Idade do Ferro.
É nestes períodos que vamos assistir ao desenvolvimento físico e intlectual dos primeiros homínideos ao Homem actual.
Queres saber como se processou esta evolução?

Lê as páginas do teu manual e escreve-me uma descrição de cada um destes hominídeos:
Australopiteco
Homo habilis
Homo erectus
Homo sapiens (ou neanderthal)
Homo sapiens, sapiens
Envia para professoradehistoria@gmail.com
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Manual pp: 16 a 29
História | 7º ano
Olá Sofia, tudo bem? Novos desafios se levantam na disciplina de História! Estou ansiosa por te ver, mas enquanto não vens assistir às aulas, vou por-te a par dos conteúdos que vais estudar já neste novo ano lectivo.
Assim, os temas que vais estudar no 1.º período são os seguintes:
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TEMA A: DAS SOCIEDADES RECOLECTORAS ÀS PRIMEIRAS
1. As sociedades recolectoras e as primeiras sociedades produtoras
Ø As primeiras conquistas do Homem Ø Os grandes caçadores Ø Agricultores e pastores Ø Cultos agrários e novas formas artísticas.
2. Contributos das primeiras civilizações
Ø As civilização dos grandes rios – o Egipto Ø Novos contributos civilizacionais – Hebreus e Fenícios.
TEMA B: A HERANÇA DO MEDITERRÂNEO
1. Os gregos no século V a.C.: O exemplo de Atenas
Ø Atenas e o espaço mediterrâneo Ø A democracia na época de Péricles
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Então, o que te parece?
Beijinhos, com carinho
Sónia Cruz
7º ano: novos desafios!!!
Olá Sofia!
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Pois é… cá estamos nós novamente… o regresso as aulas, e aqui deste lado, aguardo anciosamente que regresses também! Mas enquanto isso não é possível, vou te por a par do que será este ano a disciplina de Ciências Naturais!
Este ano, falaremos do planeta Terra, do aparecimento e da evolução da vida no planeta! É bem interessante e podes desde já começar a estudar. Deixo-te ficar as páginas sobre os assuntos que já tratamos nas aulas. Assim podes ler a teoria e resolver os exercícios! Bom trabalho, fica bem e até breve!
Manual – da página 16 a página 29.
Os determinantes
Olá Sofia:)
Junto envio-te mais uma classe de palavras que estivemos a aprender na turma.
Depois de dar uma vista de olhos ao anexo que te envio, podes sempre tentar resolver os exercícios da página 44 do caderno de actividades.
Beijo
Professor Rui
P.S. Espero que já tenhas resolvido o questionário que te pedi para resolveres e que tenhas gostado da Vida Mágica da Sementinha
O Estado Novo
Abre a ficha de trabalho(28maio.doc) , em anexo e descobre tudo sobre o reime salazarista em Portugal.
Características e orientações fundamentais do Estado Novo
A censura prévia aos media que procurou sempre não deixar avançar qualquer tipo de rebelião contra o regime e velando sempre pela moral e os bons costumes que Salazar defendia;
A União Nacional ou partido único, que não autorizava a formação de partidos políticos;
A polícia política (PIDE), que perseguia todo e qualquer opositor do regime;
A Legião Portuguesa que consistia numa milícia de defesa e combate ao comunismo;
A Mocidade Portuguesa, destinada a inculcar nos jovens os valores do regime;
Aa utilização dos livros “obrigatórios” no ensino, nos quais se defendiam os ideais salazaristas;
Os cartazes e a imprensa inculcavam na população as vantagens do Estado Novo, escondendo a má imagem do regime.
O Salvador da Pátria
Como Ministro das Finanças, António de Oliveira Salazar, conseguiu um equilíbrio financeiro através do aumento dos impostos e da diminuição das despesas com a saúde, educação e a assistência social e foi, por isso, considerado o “Salvador da Pátria”.